sábado, 16 de junho de 2012

"Animais peçonhentos"

"Rótulos dos alimentos"

"A água: importância e funções"





Para se ter uma idéia da importância da água para o nosso organismo,
basta uma informação: a água é a responsável por cerca de
70% do nosso peso corporal. Não é por acaso. A água, que não é
considerada um alimento, possui inúmeras funções essenciais para
o nosso organismo. Confira algumas delas:
► a água é o principal solvente do organismo, possibilitando a ocorrência
das reações químicas;
► é pela água que são transportados os nutrientes, moléculas e
outras substâncias orgânicas;
► é essencial em processos fisiológicos, desde a digestão até a
absorção e excreção de substâncias;
► atua como lubrificante nos processos de mastigação, deglutição,
excreção e nas articulações, entre outros;
► auxilia na regulação da temperatura corporal;
► é necessária para o bom funcionamento dos rins, intestino e
sistema circulatório;
► mantém o equilíbrio dos líquidos corporais.
É por essas e outras razões que a água é tão importante para nós.
Todos os alimentos contêm água, uns mais, outros menos. As melhores
fontes de água são: a própria água, que deve ser tratada
adequadamente; os alimentos líquidos, como leite, sucos e bebidas,
e os alimentos sólidos como verduras, frutas e carnes.
Recomendação de água
Qual é a quantidade de água que devemos tomar a cada dia? Vai
depender do clima, da atividade física, do estado fisiológico, da faixa
etária e da dieta seguida por cada um. A recomendação geral é de
oito copos de água por dia.


NUT/FS/UnB – ATAN/DAB/SPS


"As gorduras e o colesterol"



As gorduras ou lipídeos são os principais fornecedores de energia,
além dos carboidratos. Também são responsáveis por proteger os
órgãos contra lesões, manter a temperatura do corpo, ajudar na absorção
de algumas vitaminas ( A, D, E e K) e produzir uma sensação
de saciedade dpois das refeições.
As gorduras podem ser tanto de origem animal quanto vegetal. As
de origem animal geralmente são sólidas à temperatura ambiente e
as de origem vegetal são líquidas.
O tão falado colesterol não é um tipo de gordura. É um composto
parecido com esse nutriente e que participa de vários processos
orgânicos envolvendo os lipídeos. Conhecido como um vilão, o
colesterol tem, na verdade, importantes funções, como estruturação
das células, formação de hormônios e de vitamina D. O colesterol
só é prejudicial quando ingerido em excesso, acumulando-se no
sangue, o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares.
Existem dois tipos de colesterol, o “bom” e o “ruim”, embora esses
não sejam os termos mais apropriados. O colesterol “ruim”,
chamado LDL, é aquele que se acumula no sangue. O “bom”, chamado
HDL, é responsável por retirar o colesterol “ruim” do sangue
e levá-lo até o fígado para ser destruído. Todos nós temos os dois
tipos de colesterol e existe um nível sangüíneo normal para cada
um deles.
Dependendo do tipo de gorduras que ingerimos, a concentração
sangüínea desses elementos pode aumentar ou diminuir (quanto
mais HDL e menos LDL, melhor). Exemplos de alimentos que podem
aumentar nosso HDL e diminuir nosso LDL: óleos de milho,
soja, oliva, canola, açafrão, girassol, margarinas feitas com os óleos
citados e azeitonas. Devemos evitar alimentos como manteiga, gordura
animal (banha), carnes gordurosas (com banha, pele ou couro),
frituras, gordura hidrogenada, óleo de coco e leite integral. A leitura
do rótulo dos produtos é muito importante para que possamos conhecer
os ingredientes dos alimentos e escolher o melhor para nosso
caso.
Isso acontece também com as gorduras, que se transformam em
ácidos graxos (moléculas menores de gordura) quando são digeridas
pelo organismo. Nos alimentos, os ácidos graxos podem ser encontrados
como poliinsaturados, monoinsaturados e saturados.
Os ácidos graxos poliinsaturados são importantes para o organismo
porque diminuem o colesterol “ruim” e aumentam o “bom”.
Encontramos os poliinsaturados principalmente nos peixes e em
óleos vegetais como os de soja, canola, girassol, açafrão, milho e
oliva.
Os ácidos graxos monoinsaturados são encontrados no azeite,
abacate e no óleo de canola. Assim como os poliinsaturados, também
diminuem o colesterol “ruim”. Segundo alguns estudos, podese
dizer até que os ácidos graxos monoinsaturados têm um efeito
mais eficaz do que os polinsaturados.
Os ácidos graxos saturados são responsáveis pelo aumento de
colesterol sangüíneo. Algumas fontes são desses ácidos são a gema
do ovo, carnes em geral, vísceras e óleo de coco
Esta classificação é importante porque, dependendo do tipo e quantidade
de ácidos graxos que ingerimos, certos lipídeos e o colesterol
são ou não acumulados no organismo.
Outra importante classificação de gorduras é feita segundo sua
essencialidade. Um nutriente é chamado “essencial” quando o organismo
não consegue produzi-lo. Deve, então, ser fornecido pela
alimentação. Os “não essenciais” podem ser produzidos pelo organismo,
e, portanto não precisam ser fornecidos pela dieta. Os ácidos
graxos essenciais são os poliinsaturados das famílias denominadas
ômega 3 e ômega 6. Esses tipos de gordura são necessários
para o desenvolvimento cerebral em fetos e para a manutenção da
integridade das membranas celulares, além de participarem ativamente
do sistema imunológico (melhorando ou deprimindo a resposta
imune), reduzirem os níveis de gorduras do sangue (prevenindo
doenças cardiovasculares e aumento da pressão arterial) e
melhorarem a circulação sangüínea, entre outras funções. São encontrados
principalmente em animais marinhos, óleos de peixe e
óleos vegetais.


NUT/FS/UnB – ATAN/DAB/SPS

"Granola"



Granola: Os cereais integrais mantêm o sistema de açúcar no sangue equilibrado e previne o diabetes. Ainda tem a função de regularizar o intestino, previnir doenças cardíacas e alguns tipos de cânceres. 
GRANOLA AJUDA A EMAGRECER? Sim! Depende, só, de como você fará uso dela. A granola é deliciosa, principalmente se adicionada ao iogurte, com função de facilitar o trânsito intestinal e fornecer minerais como o selênio. É um alimento feito de uma mistura entre cereais (aveia, flocos de arroz, germe de trigo, flocos de milho, gergelim e linhaça), frutas desidratadas (uva passa, maçã, coco), frutos oleaginosos (castanha do Pará, e nozes) e açúcar mascavo, o que faz desta composição ser bastante indicada para uma dieta, pois fornece a maioria dos nutrientes necessários ao corpo de uma maneira mais concentrada e consequentemente com menos calorias por nutriente ingerido. Um dos primeiros entusiastas do movimento de alimentos saudáveis e naturais da Europa, o médico suíço Max Bircher-Bennet, decidiu criar em 1886 uma alternativa de café da manhã para os vegetarianos e proporcionar uma alimentação benéfica e saborosa com a vantagem de ser altamente nutritiva e rica em fibras. Assim nasceu a granola. Por si só, a mistura de frutas secas funcionais, grãos integrais e nutritivos (linhaça), sementes ricas em fibras e açúcar mascavo podem trazer diversos benefícios como reduzir o risco de doenças cardiovasculares e diminuir a absorção de gorduras de outros alimentos. Outro fator favorável do consumo da granola é o controle da glicemia (o que previne doenças como diabetes), já que contém muitas fibras. Tem também o poder de aumentar a saciedade por mais tempo, além de ajudar o aparelho digestivo a funcionar melhor. A granola possui baixo teor de gordura e valores de importância à vida saudável. Para se ter uma idéia, em cada 40 gramas ingeridas de granola tradicional encontrada nos principais mercados, há 6,5% de proteína, 25% de vitaminas A, C, B1, B2, B6, B12 e também niacina, ácido fólico, ferro e zinco. As mesmas 40 gramas contêm 129 quilo calorias, 4,9 gramas de proteínas, 23 gramas de carboidratos, 3,8 gramas de fibra alimentar total e 3,4mg de sódio. A granola é indicada para todas as idades e seu consumo é recomendável pela manhã ou antes da atividades físicas, justamente por ser um dos alimentos de maior poder reconstituinte (proteínas e poucas calorias). Na Europa, por exemplo, durante o inverno, o alimento é ideal para quem precisa armazenar energia a fim de enfrentar as baixas temperaturas da estação. É o alimento certo para todas as estações, inclusive o inverno! Existem muitas receitas que incluem a granola como ingrediente fundamental com objetivo de realçar o gosto e funcionalidade do alimento. Pães, bolos, tortas e sobremesas, ovos de páscoa, sopas podem ganhar um valor nutricional diferenciado com a adição dos grãos. A quantidade por dia depende de pessoa para pessoa, mas o ideal é não extrapolar, apesar do sabor ser irresistível. Meia xícara de granola misturada com frutas e iogurte já trará os benefícios necessários para uma vida mais saudável.

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