domingo, 7 de abril de 2013

Use sempre o EPI

Veja neste simples vídeos os motivos para usar EPI's!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Hemorragias


Definição
É a perda de sangue através de ferimentos, pelas cavidades naturais como nariz, boca, etc; ela pode ser também, interna, resultante de um traumatismo.
As hemorragias podem ser classificadas inicialmente em arteriais e venosas, e, para fins de primeiros socorros, em internas e externas.
Hemorragias Arteriais: É aquela hemorragia em que o sangue sai em jato pulsátil e se apresenta com coloração vermelho vivo.
Hemorragias Venosas: É aquela hemorragia em que o sangue é mais escuro e sai continuamente e lentamente, escorrendo pela ferida.
Hemorragia Externa: É aquela na qual o sangue é eliminado para o exterior do organismo, como acontece em qualquer ferimento externo, ou quando se processa nos órgãos internos que se comunicam com o exterior, como o tubo digestivo, ou os pulmões ou as vias urinárias.
Hemorragia Interna: É aquela na qual o sangue extravasa em uma cavidade pré-formada do organismo, como o peritoneu, pleura, pericárdio, meninges, cavidade craniana e câmara do olho.
Conseqüências das Hemorragias
· Hemorragias graves não tratadas ocasionam o desenvolvimento
do estado de choque e morte.
· Hemorragias lentas e crônicas (por exemplo, através de uma úlcera) causam anemia (ou seja, quantidade baixa de glóbulos vermelhos).

Quadro Clínico
Varia com a quantidade perdida de sangue, velocidade do sangramento, estado prévio de saúde e idade do acidentado.
A. Quantidade de sangue perdido (Quadro IX)
Quanto maior a quantidade perdida, mais graves serão as hemorragias. Geralmente a perda de sangue não pode ser medida, mas pode ser estimada através da avaliação do acidentado (sinais de choque
compensado ou descompensado).
Quantidade de sangue perdido:

 

Perdas de até 15%
(aproximadamente 750 ml em adultos)
Geralmente não causam alterações. São
totalmente compensadas pelo corpo. Ex.
doação de sangue.
Perdas maiores que 15% e
menores que
30%(aproximadamente 750
a 1.500 ml)
Geralmente causam estado de choque,
ansiedade, sede, taquicardia (com
freqüência cardíaca entre 100-120/min.),
pulso radial fraco, pele fria, palidez, suor
frio, freqüência respiratória maior que
20/min. e enchimento capilar lentificado
(maior que 2 seg.).
Perdas acima de
30%(maiores que 1.500 ml)
Levam ao choque descompensado com
hipotensão, alterações das funções
mentais, agitação, confusão ou
inconsciência, sede intensa, pele fria,
palidez, suor frio, taquicardia superior a
120/min., pulso radial ausente (queda da
pressão arterial), taquipnéia importante e
enchimento capilar lento.

Perdas de mais de 50% do
volume sanguíneo
Choque irreversível, parada cárdio-
respiratória e morte.


Manual de Primeiros SocorrosEdição, distribuição e informações:
Ministério da Saúde
Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ
Vice Presidência de Serviços de Referência e Ambiente
Núcleo de Biossegurança
Av. Brasil 4036 sala 715 e 716 Manguinhos
21040 361, Rio de Janeiro, R.J.
Fone: (21) 3882 9158
Fax: (21) 2590 5988



 

terça-feira, 2 de abril de 2013

Pizza Fingida



Ingredientes
3 pães amanhecidos
1 lata pequena de molho de tomate
cebola, salsinha, azeitona e sal a gosto
2 ovos


Modo de Preparo
Forre uma forma com fatias finas de pão. Coloque o molho por cima juntamente com a cebola, salsinha e azeitonas.
Bata as claras em neve e misture com as gemas. Cubra os pães com este creme.
Leve ao forno por aproximadamente 20 minutos.

A pizza pode ser

enriquecida com

queijo ou sobras de

peixe e frango.

 

Nutrientes

Vitamina A, Iodo, Folato, Potássio,

Sódio, Fósforo, Cálcio, Magnésio

e Selênio.

L
IVRO DE RECEITASEVITAR O DESPERDÍCIO BOAS FORMASSESC SÃO PAULO

Corpos Estranhos no Nariz ou Garganta

 

Nariz

Corpos estranhos no nariz também ocorrem com mais freqüência em crianças; geralmente causam dor, crises de espirro e coriza. Podem resultar em irritação se não forem removidos imediatamente.Insetos podem se alojar nas narinas de crianças e adultos, indiferentemente. Não usar instrumentos como pinça, tesoura, grampo ou similar.A conduta correta é comprimir com o dedo a narina não obstruída e pedir o acidentado para assoar, sem forçar, pela narina obstruída.

Normalmente este procedimento ajuda a expelir o corpo estranho. Se o corpo estranho não puder sair com facilidade, devemos procurar auxílio médico imediatamente.

Manter a vítima calma, cuidando para que não inale o

corpo estranho. Não permitir que a vítima assoe com

violência. A vítima deverá aspirar calmamente pela boca,

enquanto se aplicam as manobras para expelir o corpo

estranho.

 

Garganta

A penetração de um corpo estranho na garganta pode constituir um problema de proporções muito graves.

Geralmente as pessoas engasgam-se com moedas, pequenos objetos, próteses dentárias, espinhas de peixe, ossos de galinha e outros alimentos e até mesmo com saliva.

Antes de qualquer coisa, o acidentado deve ser tranqüilizado, fazer com que respire o mais normalmente possível sem entrar em pânico. Isto é muito importante, pois qualquer pessoa que engasga, seja com o que for, tende a ficar nervosa, entrar em pânico e termina por perder o controle da respiração, o que pode ser desastroso.

Depois de tranqüilizar o acidentado e fazer com que respire normalmente, identificar o tipo de objeto que causou o engasgo. Passar imediatamente a aplicar as técnicas para expelir o corpo estranho. As principais técnicas recomendadas são: tapotagem, compressão torácica e compressão abdominal.

 


Manual de Primeiros Socorros
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Corpos Estranhos no Ouvido


Ouvidos
Corpos estranhos podem penetrar acidentalmente também nos
ouvidos, especialmente na área correspondente ao conduto auditivo
externo. Estes acidentes são mais comuns com crianças.
Insetos, sementes, grãos de cereais e pequenas pedras podem se
alojar no ouvido externo. Muitas vezes, cerume endurecido é confundido
com um corpo estranho. Ele causa perturbação na função auditiva e
desconforto.
Devemos determinar com a maior precisão possível a natureza do
corpo estranho. Todos os procedimentos de manipulação de corpo estranho
no ouvido devem ser realizados com extrema cautela. Erros de conduta e
falta de habilidade na realização de primeiros socorros podem ocasionar
danos irreversíveis à membrana timpânica com conseqüente prejuízo da
audição, temporário ou permanente.
Não usar qualquer instrumento na tentativa de remover
corpo estranho do ouvido. Não se usam pinças, tesouras,
palitos, grampos, agulhas, alfinetes. O uso de instrumentos
é atribuição particular de pessoal especializado. A
improvisação geralmente resulta em desastres
irreversíveis. Devido à sua posição totalmente exposta, o
ouvido externo está freqüentemente sujeito a lesões como
contusões, cortes, feridas, queimaduras por calor e por
frio. A contusão do pavilhão auricular geralmente provoca
hemorragia subcutânea e subpericondral. O hematoma, ou
otohematoma, que resulta desta hemorragia tem a
aparência de um inchaço rígido que compromete toda a
orelha, exceto o lóbulo. Devem-se aplicar compressas com
bandagens e encaminhar para atendimento especializado.

Primeiros Socorros
O acidentado com objeto estranho no ouvido deve ser deitado de
lado com o ouvido afetado para cima. Se o objeto for visível, pode-se
tentar retirá-lo delicadamente para não forçá-lo mais para dentro, com as
pontas dos dedos. Se o objeto não sair ou houver risco de penetrar mais,
deve-se procurar socorro especializado.
É comum insetos vivos alojarem-se no ouvido. Nestes casos uma
manobra que tem dado resultado é acender uma lanterna em ambiente
escuro, bem próximo ao ouvido. A atração da luz trará o inseto para fora.


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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Corpos Estranhos nos olhos

A penetração de corpos estranhos no corpo humano é um tipo de
acidente muito comum e pode ocorrer nas circunstâncias mais inesperadas.
Vários tipos de objetos estranhos ao nosso corpo podem penetrar
acidentalmente nos olhos, ouvidos, nariz e garganta. São pequenas
partículas, de variada origem e constituição física que, muitas vezes, apesar
de aparentemente inofensivas devido ao tamanho, podem causar danos
físicos e desconforto sério.
É importante o rápido reconhecimento do corpo estranho que tenha
penetrado no corpo (Quadro X). Em todos os casos de atendimento é
preciso agir com precisão, manter a calma e tranqüilizar o acidentado. O
conhecimento e a serenidade sobre o que está fazendo são fundamentais
para o trabalho de primeiros socorros.

Tipos de Corpos Estranhos
Corpos estranhos que podem se alojar nos olhos,
ouvidos, nariz e garganta:
Farpas de madeira, náilon, plástico, acrílico e metal
Estilhaços de vidro
Partículas de areia, terra e poeira
Grãos de cereais, chumbo e pedras pequenas
Estilhaços de metal
Espinhos e partes de vegetais
Materiais e aerossóis de origem biológica
Gotas de produtos químicos.


Olhos
Os olhos são os órgãos que estão mais em contato com o trabalho
e, portanto, mais susceptíveis de receber corpos estranhos.
Qualquer corpo estranho que penetre ou respingue nos olhos de
uma pessoa constitui um acidente doloroso, e muitas vezes, de
conseqüências desastrosas.
A atividade de quem for prestar os primeiros socorros na remoção
de corpos estranhos dos olhos de um acidentado deve-se limitar
exclusivamente às manobras que serão explicadas a frente. O uso de
instrumentos como agulhas, pinças, ou outros semelhantes só podem ser
utilizados por profissional de saúde.
Todo cuidado é pouco nas manobras de remoção de corpos
estranhos dos olhos. Qualquer atendimento mal feito ou descuidado pode
provocar lesões perigosas na córnea, conjuntiva e esclerótica.

Primeiros Socorros
A primeira coisa a ser feita ao se atender um acidentado que reclame
de corpo estranho no olho é procurar reconhecer o objeto e localizá-lo
visualmente. Em seguida, pede-se à vítima que feche e abra os olhos
repetidamente para permitir que as lágrimas lavem os olhos e,
possivelmente, removam o corpo estranho.
Muitas vezes a natureza e o local de alojamento do corpo
estranho não permitem o lacrimejar, pois pode provocar
dor intensa e até mesmo lesão de córnea, nestes casos não
se deve insistir para a vítima pestanejar. Se for possível,
lave o olho com água corrente. Se o corpo estranho não
sair, o olho afetado deve ser coberto com curativo
oclusivo e a vítima encaminhada para atendimento
especializado.

Muitas vezes o corpo estranho está localizado na superfície do olho,
especialmente na córnea e na conjuntiva palpebral superior.
O corpo estranho localizado na córnea não deverá ser retirado. O
procedimento a ser adotado é o seguinte:
· Manter o acidentado calmo e tranqüilo. Manter-se calmo.
· Não retirar qualquer objeto que esteja na córnea.
· Não tocar no olho do acidentado nem deixar que ela o faça.
· Não tocar no objeto.
· Encaminhar o acidentado para atendimento especializado, se
possível com uma compressa de gaze, lenço ou pano limpo cobrindo o
olho afetado sem comprimir, fixando sem apertar. A próprio acidentado
poderá ir segurando a compressa.


Se o corpo estranho não estiver na córnea, ele pode ser procurado
na pálpebra inferior. Se estiver lá, pode-se removê-lo com cuidado, procedendo
da seguinte maneira:
· Lavar bem as mãos com água e sabão.
· Tentar primeiramente remover o objeto com as lágrimas, conforme
instruído anteriormente.
· Se não sair, podem-se usar hastes flexíveis com ponta de algodão
ou a ponta limpa de um lenço retorcido.
· Enquanto puxa-se a pálpebra para baixo, retira-se o objeto
cuidadosamente.
Se o objeto estiver na pálpebra superior será necessário fazer a
eversão da pálpebra para localizá-lo e removê-lo, com explicado a seguir:
· Levantar a pálpebra superior, dobrando-a sobre um cotonete ou
palito de fósforo.
· Quando o objeto aparecer, removê-lo com o auxílio de outro
cotonete ou ponta de tecido ou de lenço limpo, retorcido.
· Se houver risco de lesão ou dor excessiva, suspender a manobra e
encaminhar para socorro especializado.
· Ao encaminhar o acidentado para atendimento especializado, devese
cobrir o olho afetado com gaze ou pano limpo.

Qualquer líquido que atingir o olho deve ser removido imediatamente.
O olho deve ser lavado em água corrente de uma pia, ou no jato de água
corrente feito com a mão espalmada sob a torneira.
Em muitos laboratórios existe o chuveiro lava-olhos para onde o
acidentado deverá ser levado, sempre que possível.
Uma alternativa para estas opções é fazer com que o acidentado
mantenha o rosto, com o olho afetado, debaixo d'água, mandando-a abrir
e fechar repetidamente o olho.
Qualquer procedimento de lavagem de olhos para retirada
de líquido estranho deverá ser feito no mínimo por 15
minutos.

Não se pode perder tempo procurando saber que tipo de líquido
caiu no olho do acidentado. Providenciar a lavagem imediatamente. Após
a lavagem, com o olho coberto por gaze, o acidentado deve ser
encaminhado para socorro especializado.
A falta de atendimento e posterior tratamento adequado
nos casos de corpos estranhos oculares pode, em
determinadas circunstâncias, causar graves problemas aos olhos.
Estes problemas podem ir desde dificuldades óticas
corrigíveis com lentes, até a perda da visão ou mesmo do próprio olho.
Um corpo estranho no olho, além de conduzir
microrganismos, pode causar abrasão na superfície da
córnea que pode vir a infeccionar e causar desde uma
úlcera da córnea até panoftalmite (inflamação do olho);
muitas vezes uma vítima reclama da presença de um
corpo estranho no olho, que não é encontrado.
O corpo estranho pode já ter saído, mas causou abrasão da
córnea. O encaminhamento ao médico para prova de
fluoresceína deve ser imediato nestes casos.


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Asfixia

Introdução
Asfixia pode ser definida como sendo parada respiratória, com o
coração ainda funcionando.
É causado por certos tipos de traumatismos como aqueles que
atingem a cabeça, a boca, o pescoço, o tórax; por fumaça no decurso de
um incêndio; por afogamento; em soterramentos, dentre outros acidentes,
ocasionando dificuldade respiratória, levando à parada respiratória.
Nesse caso, a identificação da dificuldade respiratória pela respiração
arquejante nas vitimas inconscientes, pela falta de ar de que se queixam
os conscientes, ou ainda, pela cianose acentuada do rosto, dos lábios e
das extremidades (dedos), servirá de guia para o socorro à vítima.

Se as funções respiratórias não forem restabelecidas
dentro de 3 a 4 minutos,as atividades cerebrais cessarão
totalmente, ocasionando a morte.O oxigênio é vital para o
cérebro.

Principais Causas
A. Bloqueio da passagem de ar.
Pode acontecer nos casos de afogamento, secreções e espasmos
da laringe, estrangulamento, soterramento e bloqueio do ar causado por
ossos, alimentos ou qualquer corpo estranho na garganta.

B. Insuficiência de oxigênio no ar.
Pode ocorrer em altitudes onde o oxigênio é insuficiente, em
compartimentos não ventilados, nos incêndios em compartimentos
fechados e por contaminação do ar por gases tóxicos (principalmente
emanações de motores, fumaça densa).

C. Impossibilidade do sangue em transportar oxigênio.

D. Paralisia do centro respiratório no cérebro.
Pode ser causada por choque elétrico, venenos, doenças, (AVC),
ferimentos na cabeça ou no aparelho respiratório, por ingestão de grande
quantidade de álcool, ou de substâncias anestésicas, psicotrópicos e
tranqüilizantes.

E. Compressão do corpo.
Pode ser causado por forte pressão externa (por exemplo,
traumatismo torácico), nos músculos respiratórios.
O sinal mais importante dessa situação é a dilatação das pupilas.

Primeiros Socorros
· A primeira conduta é favorecer a passagem do ar através da boca
e das narinas
· Afastar a causa.
· Verificar se o acidentado está consciente
· Desapertar as roupas do acidentado, principalmente em volta do
pescoço, peito e cintura.
· Retirar qualquer objeto da boca ou da garganta do acidentado,
para abrir e manter desobstruída a passagem de ar.
· Para assegurar que o acidentado inconsciente continue respirando,
coloque-a na posição lateral de segurança.
· Iniciar a respiração de socorro (conforme relatado a frente), tão
logo tenha sido o acidentado colocado na posição correta. Lembrar que
cada segundo é importante para a vida do acidentado.
· Repetir a respiração de socorro tantas vezes quanto necessário, até que
o acidentado de entrada em local onde possa receber assistência adequada.
· Manter o acidentado aquecido, para prevenir o choque.
· Não dar líquidos enquanto o acidentado estiver inconsciente.
· Não deixar o acidentado sentar ou levantar. O acidentado deve
permanecer deitado, mesmo depois de ter recuperado a respiração.
· Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado. Dar chá ou café para
beber, logo que volte a si.
· Continuar observando cuidadosamente o acidentado, para evitar
que a respiração cesse novamente.
· Não deslocar o acidentado até que sua respiração volte ao normal.
· Remover o acidentado, somente deitado, mas só em caso de extrema
necessidade.
· Solicitar socorro especializado mesmo que o acidentado esteja
recuperado.


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